Ano III – nº 309– Fortaleza/CE – edição: 18.08.2011 |
IEL e Simec reúnem cadeia produtiva do setor
O Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE) e o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e de Material Elétrico do Estado do Ceará (Simec) realizam no dia 22 de agosto, de 8h às 17h30, no auditório José Flávio Costa Lima, no térreo da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), o 1º Fórum de Suprimentos e Inovação da Cadeia do Setor Eletrometalmecânico e a Feira de Inovação do Ceará. O evento é destinado a gestores de suprimentos e compradores do segmento instalados no Ceará.
A abertura do encontro está marcada para as 8 horas, quando poderão ser visitados os estandes instalados no hall da Casa da Indústria. A partir das 9 horas tem início o ciclo de palestras. Pela manhã, serão abordadas as seguintes temáticas: Tendências Mundiais e Aplicações Locais em Gestão de Suprimentos; Inovação em Compras e Suprimentos - A Experiência da Vale S/A e Mudanças no Ambiente de Negócios e seus Impactos na Gestão de Suprimentos.
No período da tarde, com início previsto para as 14 horas, estarão em pauta temas como Inovação e Qualificação de Fornecedores como Estratégia para o Estabelecimento de Parcerias e o Fortalecimento de Cadeias Produtivas e Fatores Críticos de Sucesso para o Processo Estratégico de Compras. Ainda como parte do encontro, será apresentado o case da empresa Gram-Eolicc, sobre produção de energia eólica e solar inteligente e independente.
Mais informações pelo telefone 3421-6520.
Crise não gerou cancelamento de pedidos, diz Gerdau
Presidente da empresa também disse hoje que a companhia "não está olhando" para a sua concorrente Usiminas, após rumores de fusão
AGENCIA ESTADO (FERNANDA GUIMARÃES) - A atual crise no mercado internacional - que ganhou novas dimensões com o rebaixamento do rating (nota) da dívida dos Estados Unidos - não gerou cancelamento de pedidos, afirmou hoje o presidente da Gerdau, André Gerdau Johannpeter.
Em conversa com jornalistas após encontro da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), em São Paulo, o executivo disse que as incertezas são grandes, mas "não foi vista uma diminuição do consumo do aço, tanto no Brasil quanto nos demais países (em que a empresa atua). Esses sinais que estão no mercado financeiro não chegaram ao consumo de aço", afirmou. Ele citou que a atual situação é diversa da vivida em 2008, quando após a quebra do banco de investimentos Lehman Brothers "na semana seguinte já tinha sinais de diminuição de consumo", disse. Em sua avaliação, "por enquanto, a situação está descolada do mercado financeiro".
O presidente da Gerdau descartou nesse momento um programa de recompra de ações. O executivo reafirmou que o foco da companhia é de investimentos nas operações da Gerdau, além da redução de dívida.
Usiminas
O presidente da Gerdau disse hoje que a companhia "não está olhando" para a sua concorrente Usiminas. A afirmação veio em resposta a um questionamento sobre os rumores que voltaram com força ontem às mesas de operação na Bolsa sobre uma possível fusão entre as siderúrgicas.
"Já divulgamos a nossa posição. Foi especulado que nós temos interesse, mas não temos", ressaltou o executivo. Segundo ele, "nunca existiu" um estudo para traçar a possível sinergia da Açominas - usina da companhia em Minais Gerais - com a Usiminas. Ontem, a Agência Estado publicou nota com fonte sobre a possibilidade de a Açominas ser o elo de ligação entre as siderúrgicas, na hipótese de uma fusão, ainda conforme os rumores.
Johannpeter disse ainda que o dinheiro que foi levantado na oferta pública de ações, de R$ 3,6 bilhões, realizada este ano, será utilizado no próprio negócio, tendo como um dos objetivos diminuir a dívida da empresa. |