Notícia

 

Ano II – nº 109 – Fortaleza/CE – edição: 23.03.2010

 

Minério de ferro: Companhia comunica a clientes alta acima de 100% a partir de abril e precificação trimestral

Vale reajusta preços e adota novo sistema

VALOR ECONÔMICO - A Vale enviou este mês documento aos seus clientes do mundo inteiro comunicando a adoção de um novo sistema de preços, o IODEX (IronOre Index) em alternativa ao "benchmark", acompanhado de uma nova tabela de preços do minério de ferro a vigorar no segundo trimestre do ano. O preço do minério do tipo minério fino (sinter feed) de Carajás, de maior teor de ferro, sobe para US$ 122,20 a tonelada FOB (entregue em portos da Vale), correspondendo a um aumento de 114,38% acima do preço de referência de US$ 57 vigente no ano passado. O novo preço vai vale para o período de abril a junho. O IODEX passa a vigorar a partir de 1º de abril, quando tem início o ano fiscal dos países asiáticos.
No comunicado, ao qual o Valor teve acesso, a Vale explica que a nova tabela de preços foi elaborada tendo por base o preço de referência de US$ 125,90 - a média da tonelada do minério no bimestre janeiro/fevereiro, calculada pela fórmula do Índice Platts, o mais antigo do mercado, que leva em conta US$ 4,56 pelo teor de 62% de ferro do minério e frete de US$ 18,58 a tonelada.

O Platts é um índice americano que tem por base o mercado à vista na China e leva em conta um teor básico de ferro do minério de 62% e retira do cálculo final o valor do frete. Ou seja, o sistema calcula o preço FOB do minério para o cliente, que terá de arcar com o transporte até o destino final do produto.
Fontes do setor siderúrgico criticaram a iniciativa da Vale, que levou a nova sistemátiva para apresentá-la à seus clientes, que consideraram que este "fato consumado" tolhe a discussão dos preços e do novo sistema de precificação do minério da maior produtora do insumo no mundo.
Os interlocutores afirmaram ainda que a Vale usou no cálculo, com referência no IODEX/Platts para calcular os preços vigentes a partir do segundo trimestre, um valor de frete de US$ 18,58 entre Brasil e China, bem abaixo do preço do frete do mercado (atualmente na faixa de US$ 29 a tonelada embarcada). O fato torna o preço do minério fixado pelo modelo IODEX mais caro, pois o desconto do frete é menor do que o valor do mercado.
As críticas se estendem ainda ao prêmio pela qualidade do minério que é somado à média do mercado à vista chinês no período de vigência dos preços. Isso porque a cada 1% a mais no teor de ferro do minério é acrescido US$ 4,56. Assim, o preço do sinter feed Carajás que foi fixado em US$ 122,20 a tonelada FOB para o segundo trimestre, leva em conta um p rêmio pela qualidade do minério de US$ 22,28 por tonelada, já que este tipo de minério tem um teor de ferro de 66,89%.
"O preço de referência do bimestre de US$ 125,90 a tonelada do minério é para o tipo com 62% de teor de ferro. Ou seja, a Vale vai cobrar mais US$ 4,56 para cada ponto percentual adicional de ferro. Além do que, isto dificulta às siderúrgicas fazer o cálculo do novo preço", destacou um especialista em mineração.
O comunicado da Vale sepulta definitivamente o benchmark, que a companhia defendia até 2008, quando acabou adotando preços com desconto para seus clientes e até mesmo vendendo no spot por conta da crise global que paralisou as atividades da indústria do aço na Europa e no Japão e manteve a Vale refém das vendas chinesas. Hoje, a referência do mercado spot de minério é muito elevada no mercado transoceânico onde a Vale detém 30% dos negócios. Em 2000 esta referência era zero, como destaca um relatório do Credit Suisse, divulgado ontem.
Ao explicar a seus clientes porque está enterrando o benchmark a Vale se baseia justamente nesse movimento do mercado. Hoje a demanda por minério é avaliada em 1,032 bilhão de toneladas, ante uma oferta de 1 bilhão. "O insaciável apetite por minério de ferro por parte da China criou um crescente mercado spot, que vem ganhando importância dia após dia", destaca o documento da Vale. A mineradora traça um cenário de stress que viveu com a crise para justificar a medida. "A Vale foi a mineradora mais afetada dentre os maiores fornecedores de minério de ferro no mercado transoceânico". Em 2008, a companhia embarcou 296,2mihlões de toneladas de minério, ante 247,3 milhões de toneladas em 2009, ou seja, menos 16,5%., argumentou a Vale.
De acordo com o jornal "Financial Times", edição de ontem, as mineradoras mundiais e as siderúrgicas japonesas tinham já chegado a acordo preliminar para substituir o sistema de preços do minério de ferro, que existe há 40 anos e é baseado em contratos anuais e longas negociações, com os contratos de curto prazo ficando ligados ao mercado à vista. "Há um entendimento de ambos os lados para passarmos a preços trimestrais", afirmou um alto executivo envolvido nas negociações. "As negociações não são mais sobre contratos anuais".
As mineradoras, entre as quais estão a Vale, a BHP Billiton e a Rio Tinto, e as siderúrgicas Nippon Steel, JFE, Sumitomo Metals e Kobe, ainda precisavam resolver obstáculos significativos para chegar a um acordo final, segundo o executivo. "O entendimento é o sinal mais claro até agora do fim do sistema anual tradicional, em meio às pressões das mineradoras por uma mudança", destacou o jornal inglês. O executivo disse que um acordo final poderia ser anunciado até o fim do mês. "Estamos falando de semanas, não meses". Por outro lado, ainda eram visto muito distante um acordo com as usinas siderúrgicas da China e Europa.
Pelo sistema tradicional do minério de ferro, o primeiro preço acertado entre uma mineradora e um siderúrgica torna-se referência para o resto da indústria por um ano. Como o custo do minério de ferro afeta os preços siderúrgicos e, no fim das contas, o custo dos produtos em geral, a definição do preço referencial vem sendo uma das mais importantes negociações sobre o custo das commodities.
As siderúrgicas, conforme a reportagem, enfrentariam custos mais altos se passassem a usar preços trimestrais ligados ao mercado à vista. O atual preço à vista, de US$ 143,80 por tonelada é, quando ajustado pelo custo do frete, mais do que o dobro dos US$ 60 firmados no acordo anual de minério de ferro para o ano 2009-2010, que se encerra em abril.
Ontem, em Bruxelas, a associação europeia da indústria siderúrgica, Eurofer, anunciou que pedirá aos reguladores antitruste da União Europeia para que avaliem se a Vale está abusando de sua posição dominante, afirmou o diretor-geral da organização, segundo relato da Reuters.
A Eurofer, cujos membros incluem ArcelorMittal e ThyssenKrupp, pode encaminhar reclamação formal à Comissão Europeia ainda esta semana, disse o diretor-geral da entidade, Gordon Moffat. "Encaminharemos uma queixa contra a Vale por abuso de domínio de mercado. Nosso argumento não é tanto sobre o aumento de preços, mas a mudança nos termos dos preços e propostas para uma alteração no preço anual para preços de mercado à vista", afirmou. "Mudar unilateralmente os termos em contratos sem negociação pode ser considerado abuso de posição de mercado", acrescentou.

Vale nega ter divulgado novo sistema de preços

AGENCIA ESTADO - A Vale informou esta tarde, em esclarecimento sobre notícias a respeito de mudanças no sistema de precificação do minério de ferro, que "não fez qualquer novo comunicado ao mercado de capitais sobre preços de seus produtos." A mineradora reitera que "nos últimos tempos" implementou uma nova política comercial, mais flexível quanto à forma de venda, de C&F, quando o exportador paga o custo e o frete necessários para que os produtos cheguem ao destino; ou FOB, em que o cliente paga o custo e o frete necessários para que os produtos cheguem ao destino. A Vale, explica que "tal política reflete a realidade de mercado e as necessidades específicas de cada cliente". A Vale. encerra a nota dizendo que os resultados de seus esforços comerciais serão publicamente apresentados por ocasião da divulgação regular das demonstrações trimestrais. O Credit Suisse calcula que o aumento médio do preço do minério de ferro em 2010 pela Vale em relação ao valor de referência (benchmark) fechado no ano passado, de US$ 57 por tonelada, seria de 95%, caso adotasse o sistema de indexação de preços da consultoria especializada em commodities Platts e se esse valor se mantiver até o fim do ano.

Reajuste nos preços do minério pressiona dólar
Economista diz que renegociação da Vale mexe com os mercados de moedas hoje

(Gustavo Kahil, de EXAME.com ) - A notícia de que a Vale está próxima de conseguir um reajuste de até 114% aos preços do minério de ferro para as siderúrgicas asiáticas e de estabelecer um novo índice para os preços “está ajudando a valorização do real”, analisa o estrategista e economista da Nomura Securities International, Tony Volpon. As vendas de minério
Há instantes, o dólar operava com desvalorização de 1%, por R$ 1,784.  As ações preferenciais de classe A (VALE5) e ordinárias da Vale, (VALE3) avançam aproximadamente 3% nesta terça-feira (23). Os papéis da MMX (MMXM3), empresa que possui reservas do minério, são o destaque de alta do Ibovespa. A empresa tem argumentado com os clientes que a demanda pelo produto está muito forte e continuará assim pelos próximos três ou quatro anos. A negociação, entretanto, não deve ser fácil. Jia Yinsong, superintendente para matérias-primas do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, afirmou que a China deve “resistir e se opor” a qualquer esforço para uma remodelação do mecanismo de preços.

RECUPERAÇÃO “A habilidade da Vale. em impor altos preços para a maioria dos clientes asiáticos deve ser vista no contexto de uma recuperação da economia global e brasileira”, avalia Volpon. O economista também lembra que a alta dos preços do minério vem depois de grandes descontos oferecidos em 2009, quando a demanda sofreu um colapso.

China vai resistir a mudanças no mecanismo do minério

AGENCIA ESTADO -  Pequim - A China deve "resistir e se opor" a qualquer esforço para uma remodelação do mecanismo de preços para minério de ferro que "insulta a economia e as regras de mercado", afirmou Jia Yinsong superintendente para matérias-primas do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China. Jia disse que os termos dos preços para materiais de siderurgia devem ser baseados nos mecanismos existentes.
"O ministério espera que os preços do minério de ferro sejam mantidos em um nível razoável. Nós devemos evitar grandes aumentos ou grandes quedas, evitar especulação e honrar as regras fundamentais do comércio internacional de minério de ferro com base no princípio do benefício mútuo", declarou Jia, em documentos que circularam na imprensa chinesa.
Os comentários da autoridade foram feitos no momento em que se espalham pelo mercado especulações de que as mineradores globais estão obtendo sucesso no movimento para pressionar as siderúrgicas asiáticas a substituir o sistema anual de preços por um sistema trimestral. As negociações anuais sobre preços do minério de ferro têm sido cada vez mais difíceis, na medida em que a China tenta ganhar mais voz e resistir à pressão para que os preços de referência sejam mais próximos dos preços à vista (spot).
Em um fórum da Organização das Nações Unidas em Genebra, Hu Jiangyun, pesquisador de um centro de pesquisas estatal chinês, afirmou que o monopólio sobre os preços do minério de ferro está prejudicando a economia da China. "Há um monopólio sobre a determinação dos preços e eles não são decididos pela oferta e a demanda", disse Hu.
Vale, BHP Billiton e Rio Tinto dominam o fornecimento de minério de ferro para as siderúrgicas chinesas. Hu afirmou que os preços na China estão acima de US$ 100 por tonelada, o dobro do nível de 2002. O pesquisador alertou que políticas de preços defeituosas terão um grande impacto sobre a economia global, já que a China é um motor do crescimento. As informações são da Dow Jones.

Usiminas assina convênio para participar do 'Minha Casa'

AGENCIA ESTADO (Chiara Quintão)- Com a perspectiva de continuidade da expansão do setor de construção civil, há potencial de crescimento para o consumo de estruturas metálicas. No Brasil, a construção está tradicionalmente mais ligada ao concreto e ao cimento. A Usiminas já divulgou que espera aumento da demanda do setor de construção por itens como estruturas e telhas metálicas, em função do programa habitacional, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.
A siderúrgica, que já participava do mercado de estruturas metálicas pesadas, voltadas para obras industriais, está entrando também no nicho de estruturas metálicas leves, como as usadas no mercado imobiliário e em shopping centers. No fim de fevereiro, a empresa anunciou contrato com a Codepar e com a Isa Participações, controladoras das empresas de construção civil Codeme Engenharia e Metform, para obter participação equivalente a 30,7692% do capital de cada uma delas. A Codeme atua no mercado de construção em estruturas de aço, e a Metform produz e vende telhas metálicas, steeldeck e sistemas de cobertura.
O crescimento esperado para a cadeia da construção - composta pelo mercado imobiliário, por obras públicas, pelo segmento privado de ampliação de unidades comerciais e industriais e pela autoconstrução e reforma pelas famílias - em 2010 é de 8,8%, conforme o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

Abimaq e Fiesp defendem prorrogação de linhas do BNDES com taxa reduzida

VALOR ECONÔMICO - Motivadas pela forte demanda da indústria pelo crédito mais barato do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) saíram em defesa de nova prorrogação da medida, cujo prazo encerra-se em 29 de junho.
O diretor da Abimaq Carlos Nogueira disse que pressiona o BNDES "quase diariamente" para que o banco estatal mantenha as taxas reduzidas para as linhas Finame, que, com o PSI, caíram em mais de 50%, para 4,5% ao ano, além de prazo e carência mais alongados para o pagamento do financiamento de máquinas, equipamentos e veículos pesados. "Sempre que temos oportunidade pressionamos o BNDES. É preciso considerar que essa taxa de 4,5% não é um absurdo e deve ir além de junho. Vários países com os quais o Brasil compete adotam taxas semelhantes ou inferiores para financiar o investimento do setor produtivo", argumenta Nogueira.
Para Paulo Francini, diretor do departamento de economia da Fiesp, o PSI é uma das políticas mais bem-sucedidas do governo federal na área econômica e será chave para a indústria se ajustar ao forte aumento da demanda no país. "O programa permitiu que a indústria tivesse um bom processo de recuperação depois da crise e agora fornece combustível adequado para o país continuar com boa taxa de expansão da economia", diz Francini.
Nogueira revelou que vários setores do governo "estão sensibilizados" em relação à necessidade de estender o prazo. "O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e vários ministros da área econômica são a favor de manter o PSI, mas a decisão será do presidente Lula, pois o diferencial de juros do PSI [o BNDES capta recursos com base na TJLP, de 6% ao ano] é equalizado pelo Tesouro Nacional", avalia o dirigente da Abimaq. O BNDES não se pronunciou sobre o assunto.
Graças às condições facilitadas do PSI, o BNDES registrou 37.827 operações de todas as linhas do Finame nos primeiros dois meses deste ano, número 226% maior que o verificado no mesmo período de 2009 e 199% acima do desempenho de 2008, quando o nível de investimento no país ia muito bem. A forte procura chegou a gerar congestionamento no processo de análise de crédito e liberação de recursos, causando atrasos de até cinco meses na conclusão da transação, como noticiou o Valor ontem.
O vice-presidente da área de crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, conta que a instituição foi obrigada a fazer algumas mudanças internas. "Revisitamos processos e sistemas e tivemos que tomar medidas de recursos humanos para atender à demanda." O banco realizou 28,8 mil operações do Finame no primeiro bimestre.

Sistema puxado e nivelamento:  Indústria associada ao Simec realiza workshop

FIEC ONLINE (22.03) - A M. Maia, empresa filiada ao Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Ceará (Simec), e o Lean Institute Brasil realizarão em 8 e 9 de abril o workshop Sistema Puxado e Nivelamento de Produção. O evento ocorrerá dentro da planta da empresa, localizada no município do Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza.
A M. Maia obteve uma série de resultados concretos ao implementar o Sistema Lean, um sistema de gestão inspirado no modelo Toyota que tornou a montadora japonesa a maior do mundo. A empresa obteve resultados na linha de aramados, que teve redução de espaço de cerca de 30%, aumentando a produtividade em mais de 80%. Na área de serralharia, teve ganho de cerca de 60% de espaço, com aumento de mais de 30% na produtividade, segundo Daniel Sucupira Barreto, responsável na empresa pela implementação do Sistema Lean.
O Sistema Lean é um dos pilares ou a base do nosso sistema de negócio que está em implantação. Representa para nós uma mudança comportamental e da maneira como enxergamos a condução do negócio. Não vemos o Lean como um programa, mas como um princípio que norteia nossa estratégia de condução dos negócios”, diz Daniel Barreto, da M. Maia. Segundo ele, a empresa implementa o Sistema Lean tanto na parte administrativa como na produção.
O workshop dos dias 8 e 9 de abril é direcionado a operadores, gerentes, supervisores e outros agentes de mudança de qualquer indústria com processos de múltiplas etapas, cujos produtos (intermediários ou finais) apresentem algum grau de padronização. O instrutor será Giuliano Marodin, coordenador do Lean Institute Brasil, professor de cursos de extensão e palestrante pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mais informações e inscrições: www.lean.org.br.

Indústria filiada ao Simec participa em SP de feira da construção civil

FIEC ONLINE (22.03) - A Projeart Estruturas Metálicas, empresa filiada ao Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Ceará (Simec), vai participar da 18ª Feira Internacional da Indústria da Construção Civil (Feicon Batimat 2010). A feira será realizada de 6 a 10 de abril no palácio de exposições do Anhembi, em São Paulo, e trará lançamentos, tendências e soluções para atender ao mercado da construção e sua crescente demanda.
A empresa é especializada em estruturas metálicas e atua na construção de projetos de galpão industrial, galpão comercial, prédio industrial, prédio comercial, transportadores, pontes e pipe rack. Ocupa uma área total de 55.000 metros quadrados e fabril de 23.000 metros quadrados, divididas em duas unidades localizadas no município do Eusébio, gerando mais de 350 empregos diretos e indiretos.

A agenda do aço

O POVO (Vertical S/A – Jocélio Leal) - A 21ª edição do Congresso Brasileiro do Aço e ExpoAço 2010, de 14 a 16 de abril, em São Paulo, vai tratar do panorama atual da indústria do aço no País, bem como o futuro pós-crise. Cenário futuro, a propósito, que inclui novas unidades voltadas para exportação, como a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).


 

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