Ano II – nº 100 – Fortaleza/CE – edição: 08.03.2010 |
Móveis de aço seguem em expansão no Estado
A área de educação e de saúde são vistas como novas oportunidades para o incremento do setor neste ano
DIÁRIO DO NORDESTE - A estabilidade econômica, o incremento no volume de investimentos dos governos Federal e Estadual e a reorganização estrutural de órgãos públicos, sobretudo do Judiciário e do executivo Estadual, estão gerando impactos positivos em alguns setores da indústria. No Ceará, o segmento de móveis de aço pega carona na nova onda de consumo, deixando para trás as "marolas" da crise.
Com 60 anos no mercado, há dez com nova administração, a empresa Móveis de Aço Confiança é mais um exemplo de que, quem não se deixou abalar pelos rumores da "crise", cresceu bem em 2009. "No ano passado, produzimos entre 90 e 100 toneladas de móveis de aço - estantes, armários, arquivos, móveis para escritórios e escolares - e já projetamos elevar em 50%, o faturamento em 2010", sinaliza com otimismo o empresário Aristênio Canamary Ribeiro. Com foco no segmento corporativo e em instituições públicas dos três poderes, Ribeiro aponta a área da educação e de saúde como novas oportunidades para o incremento do setor este ano. Ele lembra que somente o governo do Estado do Ceará está construindo 50 novas escolas, dois hospitais e 21 policlínicas, organismos novos que irão precisar de mobiliário resistente e de boa qualidade. "E isso - qualidade - nós temos", garante o empresário. Ele explica que todos os móveis que produz são com aço fosfatado, pintados com tinta eletrostática a pó e secos à temperatura de 200 graus Celsius, o que confere ao produto final maiores estabilidade, durabilidade e resistência contra ferrugem.
Outro filão interessante, revela, são roupeiros e pequenos armários de aço, muito procurados por academias de ginástica, construtoras e escolas. "Os colégios estão começando adotar esses armários para evitar o leva e traz de livros, pelos alunos", esclarece Ribeiro.
Instalado em área de 40 mil metros quadrados, com oito mil metros de chão de fábrica, em Maracanaú, Ribeiro ressalta que o ano só não será bom se faltar aço. "Este é um problema constante, que vimos resolvendo com formação de estoques maiores. Esse é um insumo que não pode faltar", alerta o empresário, ao informar que toda a matéria-prima adquire aqui mesmo, de empresas cearenses. Estabilizado e com 150 empregados formais, ele se ressente apenas da falta de apoio financeiro de alguns bancos públicos da região. "Só não crescemos mais por falta de crédito, de recursos para novos investimentos", relata. A exceção do Piauí, a Móveis de Aço Confiança atende a todo o Nordeste.
Autopeças: Déficit comercial do setor poderá alcançar recorde de US$ 3 bilhões em 2010, com elevação de 21%
Mercado interno anima, mas avanço de importado aflige
VALOR ECONÔMICO - Diante da expectativa de novo recorde na produção nacional de veículos, a indústria brasileira de autopeças está otimista quanto ao desempenho em 2010, ano que deve ser marcado pelo maior volume de encomendas, tanto por parte das montadoras quanto das varejistas e oficinas, e pelo retorno do nível de investimentos à casa de US$ 1 bilhão. Mas nem tudo é motivo para comemoração no setor. As exportações seguem travadas por causa do câmbio, dos efeitos da crise econômica e da perda de competitividade dos componentes nacionais, e as importações de peças mostram avanço significativo, abocanhando parte do potencial de mercado que poderia ser explorado pela indústria nacional.
Para este ano, as fabricantes de autopeças trabalham com projeção de déficit comercial de US$ 3 bilhões, um avanço de 20,6% ante o saldo negativo de US$ 2,487 bilhões visto em 2009. E a expectativa é a de que o ritmo de retomada das importações supere o de recuperação do faturamento da indústria brasileira, numa clara indicação de que os componentes importados estão ganhando mercado frente ao produto nacional. "O mercado interno robusto está atraindo a produção excedente lá de fora", afirma Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).
Entre empresas e entidades representativas do setor de componentes, o redesenho no mapa de origem dos produtos é observado de distintas maneiras . Para a Bosch, maior fabricante mundial de autopeças, o efeito das importações crescentes é ainda periférico e vem na esteira da sazonalidade do câmbio. No longo prazo, contudo, poderia se tornar preocupante. Na Mangels, maior fornecedora de rodas de alumínio para montadoras no país, a avaliação é a de que em algum momento haverá constância na importação de peças, porém sem perda significativa para as fabricantes brasileiras, já que o arranjo da indústria automobilística sempre privilegiará a proximidade entre fornecedor e montadora. Já para o Sindipeças, o crescente déficit comercial fala por si e acende a luz amarela no que tange aos importados, que representam, em números aproximados, 8% do mercado brasileiro de autopeças.
No ano passado, conforme levantamento da entidade, o faturamento do setor recuou 13,5% ante os R$ 72 bilhões registrados em 2008, na esteira da crise econômica e do forte abalo provocado na indústria automobilística mundial. No período, as importações brasileiras de autopeças cederam 27,7%, para US$ 9,123 bilhões, e as exportações do setor, historicamente superavitário, caíram ainda mais, 34%, para US$ 6,636 bilhões. Já a produção nacional de veículos recuou apenas 1,2%, para 3,18 milhões de unidades. "O fato é que não estamos conseguindo aproveitar o crescimento da indústria automobilística", ressalta Del Soldato. "As condições de mercado são bastante favoráveis. Resta saber se a indústria vai se firmar como plena ou se vai permitir o avanço dos importados", acrescenta ele.
Considerando-se a previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que aponta para produção recorde de 3,39 milhões de veículos em 2010, o setor de autopeças trabalha extra-oficialmente com expectativa de crescimento de 5% a 7% - ainda não há estimativa oficial do Sindipeças.
Seja qual for a projeção, o setor não deverá investir muito mais em capacidade instalada para fazer frente à demanda maior. Em 2010, a indústria estima investir US$ 1 bilhão, ante US$ 900 milhões aportados no ano passado, ainda aquém da média histórica, de investimentos anuais de US$ 1,5 bilhão. "Só devemos voltar a esse nível em 2012", informa Del Soldato.
Na Bosch, a expectativa é de incremento de 5% a 10% na produção em 2010, sem necessidade de aportes extraordinários em capacidade instalada. "Temos condições de atender a demanda", afirma o vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina, Besaliel Botelho. Conforme o executivo, o mercado doméstico é visto com otimismo dentro da empresa, porém cautela é a palavra de ordem quando o assunto é exportação. Neste ano, os embarques da empresa deverão representar 22% ou 23% do volume comercializado pela Bosch América Latina, em linha com 2009 mas ainda distante da fatia de 45% verificada há alguns anos.
De forma geral, aportes executados nos últimos anos garantirão às companhias capacidade produtiva suficiente para atender o mercado, com exceção deste mês, o último de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para veículos flex, o que deverá levar a produção nacional de veículos ao maior nível deste ano. "Estamos sentindo a pressão. Tivemos até de deixar de entregar alguma coisa", afirma o presidente da Mangels, Robert Mangels. A companhia, que pôs em marcha um plano de investimentos com vistas ao mercado automobilístico no longo prazo, está concluindo os testes em uma nova linha de pintura, que vai elevar a capacidade de produção de rodas de alumínio de 230 mil unidades ao mês para 260 mil unidades na unidade de Três Corações (MG). "A indústria automobilística continuará crescendo", afirma
A Iochpe-Maxion, maior fabricante de rodas e chassis para veículos comerciais e de vagões de carga do país, também se sente confortável em relação à capacidade de atender novas encomendas em 2010 sem aportes relevantes em linhas de produção. "Pelas projeções da Anfavea, 2010 deve ser um ano muito bom", afirma o diretor financeiro e de relações com os investidores da companhia, Oscar Becker. "Estamos bem tranquilos em relação à capacidade instalada", acrescenta. Neste ano, cerca de 50% do faturamento da Iochpe-Maxion deve vir da área de caminhões e outros 25% do negócio de rodas de aço para automóveis e comerciais leves, que foi comprado no ano passado da ArvinMeritor, no Brasil e no Chile, e leva a marca Fumagalli.
A lenta retomada no nível dos investimentos, em relação à média histórica, é atribuída em parte aos efeitos da crise, que acertou em cheio a indústria automobilística e comprometeu também a produção do setor de autopeças, e à crescente concorrência com componentes importados, que chegam ao país com custo atrativo, sobretudo no caso daqueles de origem asiática. Para o Sindipeças, o câmbio flutuante é "questão dada" e não há perspectiva de grandes mudanças nessa seara. Dessa forma, a agenda de competitividade da indústria de autopeças deve focar questões como redução do custo Brasil, infraestrutura e reforma trabalhista. "É preciso definir qual é o nosso papel: vamos fabricar (veículos) ou simplesmente montar?", questiona Del Soldato.
Aumento da frota e exigências legais são aposta da reposição para crescer no ano
VALOR ECONÔMICO - O crescimento expressivo da frota nacional circulante e novas exigências legais, como a inspeção ambiental veicular adotada em São Paulo, prometem um ano aquecido para o segmento de reposição automotiva. Para 2010, a expectativa do Grupo de Manutenção Automotiva (GMA), formado por entidades representativas do setor de autopeças, é de expansão de 9,5% nos negócios de fabricantes de autopeças voltados à reposição, varejo e oficinas, sobre os R$ 57,2 bilhões obtidos em 2009. No ano passado, houve crescimento de 4% nos negócios dessa área e ampliou para 15%, ante 12% em 2007, a participação no faturamento da indústria de autopeças.
"Houve um crescimento significativo na frota e há também novos requisitos, o que exige que a reposição se reinvente para acompanhar o mercado nos próximos anos", avalia o coordenador do GMA e conselheiro do Sindipeças, Antônio Carlos Bento. Em 2008, conforme levantamento mais recente do Sindipeças, havia 27,8 milhões de veículos em circulação no país, dos quais 20 milhões com mais de cinco anos de uso. Além da frota maior, diante da crise econômica, alguns consumidores optaram por reparar o automóvel em lugar de comprar um novo, o que ajuda a explicar o maior faturamento do setor em um ano de queda na produção nacional de carros e recuo no faturamento da indústria brasileira de autopeças.
Conforme Bento, as empresas que atuam no segmento de reposição terão pela frente um segundo desafio, além dos novos requisitos legais: a entrada crescente de componentes importados, que nem sempre concorrem em condições de igualdade com as peças de origem nacional. Hoje, aproximadamente 10% do valor movimentado na reposição automotiva já corresponde a peças importadas e a tendência é de crescimento. "O setor precisa ser enxergado de um jeito diferente", defende o executivo.
A vantagem de certos produtos asiáticos, conta Bento, reside principalmente nos custos de produção, bastante inferiores aos verificados no Brasil. Na China e na Índia, por exemplo, os gastos com mão de obra podem equivaler a um sexto do que a empresa teria de desembolsar no país. "O preço da mão de obra lá não é referência. Mas, diante disso, deveríamos ter algum outro tipo de compensação, em termos de custo país", explica. Em 2009, o setor de reposição automotiva empregava 934 mil pessoas no país.
Custo Brasil encarece produto nacional em 36%
DIÁRIO DO NORDESTE - O chamado Custo Brasil, conjunto de fatores que comprometem a competitividade e a eficiência da indústria nacional, encarece em média 36,27% o preço do produto brasileiro em relação aos fabricados na Alemanha e nos Estados Unidos. Somado ao câmbio valorizado, esse custo ajuda a explicar a tendência de especialização cada vez maior do País em exportar produtos primários e semimanufaturados, e de importar mais produtos de maior valor agregado e de tecnologia mais avançada.
"Imagine que um alemão apaixonado pelo clima tropical resolvesse trazer sua fábrica de porteira fechada para o Brasil, incluindo mão-de-obra e máquinas. O preço do mesmo produto que ele fabrica hoje na Alemanha subiria automaticamente 36,27% só pelo simples fato de passar a produzir no Brasil", diz o empresário Mário Bernardini, assessor econômico da presidência da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Bernardini coordenou estudo inédito da Abimaq que mede o Custo Brasil, pela primeira vez, nos últimos 20 anos. "Todo mundo sabe que o Custo Brasil existe, mas nunca ficou claro o tamanho do problema", comentou o empresário ao apresentar o trabalho em reunião plenária da Abimaq, em São Paulo, na semana passada.
Ele ponderou que, na verdade, se trata de uma tentativa de avaliação, pois foram mensurados oito itens e o Custo Brasil tem ao menos mais outros 30, que não se consegue transformar em números. "É um piso, pois seguramente o número é maior que 36%, já que não engloba tudo e foi comparado com países que não são os mais baratos do mundo", diz Bernardini. Segundo ele, se a comparação fosse com a China, o número dobraria de tamanho. "Fomos conservadores de forma proposital, pois o mundo inteiro tem problemas com a China", emenda o diretor de Competitividade da Abimaq, Fernando Bueno.
O QUE IMPACTA: Entre os componentes do Custo Brasil medidos pela Abimaq estão o impacto dos juros sobre o capital de giro, que na média gera custo 7,95% superior ao dos concorrentes internacionais, e preços de insumos básicos, cuja diferença de custos é de 18,57% entre a produção nacional e a americana e alemã. Outros fatores de custo adicional: impostos não recuperáveis na cadeia produtiva (2,98%), encargos sociais e trabalhistas (2,84%), logística (1,90%), burocracia e custos de regulamentação (0,36%), custos de investimento (1,16%) e custos de energia (0,51%). "Corremos o risco de ver parte do setor produtivo ser transformado em montador, numa indústria que só tem casca e cujo conteúdo vem de fora", alerta Júlio Sérgio Gomes de Almeida, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial(Iedi).
BENS DE CAPITAL: Sem condições de competir em pé de igualdade com os chineses, fabricantes de máquinas e equipamentos deixam de produzir no Brasil e passam a importar e revender produtos asiáticos no mercado doméstico com o carimbo da sua marca. Cada vez mais empresas tradicionais como a Kone, fabricante de tornos, furadeiras e fresadoras, são obrigadas a substituir a produção local por importações da China e Taiwan. Sob o ponto de vista técnico, os equipamentos nacionais são competitivos. Em termos financeiros, a competitividade fica comprometida devido a fatores alheios ao controle dos fabricantes.
Curso online dá um panorama geral sobre o processo siderúrgico
ABM NEWS - Profissionais e estudantes que buscam informações sobre siderurgia para fins de aprimoramento profissional ou estudo, podem se inscrever no curso à distância Fundamentos da Siderurgia a ser oferecido pela ABM no período de 31 de março a 5 de maio.
Trata-se da 4ª edição do programa, que visa dar um panorama geral sobre o processo de produção do aço, de forma bastante didática e dinâmica, bastando ao aluno ter acesso à internet.
“Há sempre uma grande demanda por cursos na área de siderurgia devido à necessidade constante por profissionais qualificados”, diz o gerente de Educação Continuada e Marketing da ABM, Bruno Luiz Sígolo.
O ensino à distância, explica, amplia as possibilidades de atender os profissionais que têm limitações de tempo ou distância para se deslocar à sede ou regionais da ABM. O modelo adotado pela Associação permite grande flexibilidade ao aluno, que pode escolher livremente onde e como estudar, ficando responsável pelo seu próprio aproveitamento e ritmo de aprendizagem.
Durante o curso de quatro semanas (totalizando 20 horas), o aluno conta com o acompanhamento de tutores para esclarecer dúvidas, solicitar mais informações conforme suas necessidades
O programa, elaborado pelo professor da USP, Marcelo Breda Mourão, doutor em Engenharia Metalúrgica e pós-doutorado pela Massachusetts Institute of Technology, é composto por seis módulos: Aço e Siderurgia; Matérias-primas e Redução; Refino e Lingotamento; Laminação; Produtos Siderúrgicos; Siderurgia e Meio Ambiente.
Como o curso ficará disponível na internet por um período de um mês, o ideal, segundo ele, é que o aluno se programe para acessá-lo durante uma hora por dia. Quem tiver 80% de aproveitamento na execução dos exercícios e freqüência receberá certificado de participação.
Mais informações e inscrições no site; pelo e-mail (ead@abmbrasil.com.br) ou telefone (11) 5534-4333 ramal 136.
Construmetal apresentará avanços tecnológicos e inovações da construção metálica
ABM NEWS - São Paulo sediará o Construmetal 2010 – Congresso Latino-Americano da Construção Metálica, que acontecerá de 31 de agosto a 2 de setembro, no Frei Caneca Shopping & Convention Center.
Organizado pela ABCEM – Associação Brasileira da Construção Metálica, o Congresso conta com o apoio da AARS – Associação do Aço do Rio Grande do Sul, do CBCA – Centro Brasileiro da Construção do Aço, do Instituto Aço Brasil (antigo IBS), do ILAFA – Instituto Latinoamericano del Fierro y el Acero, do AISC – American Institute of Steel Construction e do INDA – Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço.
O Construmetal é o mais importante fórum para a divulgação e promoção dos principais avanços tecnológicos e inovações da indústria da construção metálica. Para a edição deste ano, estão programadas conferências com especialistas nacionais e internacionais, palestras técnicas e exposição de produtos e soluções de empresas ligadas à construção em aço.
Durante o evento, também serão divulgados os ganhadores do Prêmio ABCEM 2010. As inscrições já estão abertas e podem concorrer todos os projetos cujas obras tenham sido executadas a partir de 2008, nas quais elementos e componentes de aço sejam predominantes, incluindo as estruturas aço-concreto.
A estimativa de público para os três dias de evento é de três mil pessoas, entre arquitetos, engenheiros, construtores, projetistas, fabricantes e produtores de elementos construtivos e componentes, profissionais e prestadores de serviço do segmento, investidores e formadores de opinião do universo da construção metálica, estudantes universitários dos cursos de Engenharia, Arquitetura e afins, além de participantes internacionais.
Entre as empresas que já confirmaram presença estão: Gerdau Açominas, Metasa, Brafer, Mangels, Metalúrgica Manzato, Arcelor Mittal/Perfilor, Medabil, TK Brasil, Usiminas, V&M do Brasil, CSN, CISER, ICEC Indústria da Construção, Super-Par e Hard Comércio de Parafusos e Resinas.
A entrada é gratuita, mas é preciso se inscrever pelo site: www.construmetal.com.br, onde é possível obter mais informações, assim como no portal da Abcem www.abcem.org.br
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